Saúde e Bem Estar

O que é laqueadura?

A reversão desta cirurgia é rara por este motivo é importante que a mulher tenha certeza que não quer ter mais filhos.

A laqueadura também conhecida como ligadura das trompas é uma cirurgia realizada nas trompas da mulher e que impede que ela engravide. Pode ser realizada em a mulheres que tenham a partir de 18 anos 25 anos e 2 filhos, tanto no hospital particular como no público. Geralmente ela é realizada durante a cesária.

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Nesta cirurgia as trompas que fazem ligação do útero e do ovário são bloqueadas evitando que os óvulos e os espermatozóides se juntem. Isto é possível devido ao uso de anéis, ou as trompas são queimadas ou cortadas.

A laqueadura só é indicada quando a mulher tem certeza que não quer mais filhos pois ela é de difícill reversão.

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Está cirurgia garante que a mulher não engravide mais porém pode prejudircar a irrigação sanguínea dos ovários e isto pode provocar uma menopausa precoce.

Quando não realizado no momento da cesária pode ser feita a laqueadura tubária histeroscópica que é sem cirurgia com anestesia local onde é feito por endoscopia através da vagina. No momento ele insere uma pequena mola que depois fecha as trompas ou insere uma pastilha de silicone que tem a mesma função. Este procedimento não requer internação hospitalar e nem e nem anestesia geral, a desvantagem que o procedimento para ser concretizado demora três meses e neste período a mulher tem que tomar cuidado.

Em 1990 as laqueaduras não podiam ser realizadas em razão Embora não existisse nenhuma lei do Código Penal Brasileiro que dizia ser crime qualquer lesão provocada e que prejudicasse a função de um órgão.

Muitas vezes este cirurgia era feita as escondidas era realizada na cesária sem que ninguém soubesse.

Então em 1997 o Congresso Nacional aprovou através de uma a lei que o governos a oferecesse todos os métodos anticoncepcionais, também a laqueadura e vasectomia, porém o Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, proibiu a realização de vasectomias e laqueaduras.

Na época o Ministério da Saúde verificou que o SUS não teria recursos nem leitos para atender estas mulheres. Um ano depois a lei foi aceita mas com algumas restrições como por exemplo não poderia ser realizada no ato do parto. A mulher teria que voltar 42 dias após o parto para realizar a cirurgia e isto trouxe problemas uma vez que o bebe pequeno precisava de cuidados e então elas acabavam não voltando.

Também tem a pressão da igreja que influencia ministros e são contra o DIU e a esterilização. Por este motivo surge dificuldade em implantar o programa nacional de planejamento familiar.

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