Exoterismo e Horóscopo

O que são chakras?

Do sânscrito, a palavra chakra significa roda e significa ação entre místicos do Ocidente e Oriente.

A notícia mais antiga sobre os chakras está registrada nos Vedas, considerado o mais antigo livro sagrado conhecido, datado de cinco mil anos antes de Cristo.

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De acordo com a filosofia védica, os chakras são vórtices de energia presentes na aura (uma espécie de véu imaterial que circundaria o corpo dos seres vivos), que se relacionam a órgãos do corpo humano, distribuídos ao longo da coluna vertebral.

Apesar de haver muita discussão sobre o número total de chakras, a maioria concorda em que os chakras principais estão assim situados:

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• chakra raiz ou básico (muladhara): na base da espinha. Tem quatro pétalas e é o chakra da estabilidade e segurança;
• chakra genésico (svadhisthana): sobre os genitais. Controla a sexualidade e tem seis pétalas;
• chakra gástrico (manipura): sobre o umbigo. Com dez pétalas, controla a digestão e o metabolismo;
• chakra cardíaco (anahata): sobre o coração. Tem 12 pétalas e controla as emoções, além de energizar o sangue;
• chakra laríngeo (visuddha): na garganta. Com 16 pétalas, coordena a comunicação e os sons;
• chakra frontal (ajna): entre as sobrancelhas. Tem duas pétalas, responde pela intuição, criatividade e sabedoria;
• chakra coronário (salasrara): é o lótus de mil folhas, responsável pela ligação do ser com o mundo cósmico. Situa-se no alto da cabeça.

Os nomes entre parênteses estão em sânscrito. Alguns autores místicos localizam outros chakras nas pernas, braços, pés e mãos.

A energização dos chakras

Diversas religiões usam os chakras para harmonizar corpo e espírito. É o caso do Reiki, cromoterapia e passes espíritas. Na doutrina espírita, os chakras recebem o nome de centros de força e foram citados pela primeira vez na literatura doutrinária pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, na obra “Entre a Terra e o Céu” (1958), ditada pelo Espírito André Luiz, que acrescenta à relação o chakra esplênico, sobre o baço, relacionado ao aparelho digestor inferior. Desde os anos 1940, os centros de força são usados na aplicação de passes e irradiações nos centros espíritas, mas não são unanimidade. Alguns grupos consideram a prática como um enxerto orientalista.

Alguns autores acreditam que o simples fato de desligar-se das atividades externas e concentrar a atenção no próprio corpo ajuda a energizar os chakras.

Escritores orientais foram os primeiros a relatar a existência do kundalini, energia represada na Terra. Trata-se de uma energia caótica, mas que, equilibrada e orientada para o bem, pode beneficiar os chakras, penetrando-os e higienizando-os, sempre a partir do chakra básico, responsável pela ligação desta energia telúrica (da Terra) com o corpo. Em português, o kundalini recebe o nome de fogo serpentino, já que videntes o descrevem como energia que se eleva em curvas amplas.

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